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	<title>Movemento Galego ao Socialismo</title>
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	<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 21:29:57 +0000</pubDate>
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		<title>O cessar-fogo da ETA é um movimento político</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 21:29:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>

		<category><![CDATA[Internacional]]></category>

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		<description><![CDATA[

Reproduzimos um artigo do dirigente do Sinn Féin irlandés, Gerry Adams, publicado no jornal The Guardian o 6 de setembro de 2010:
O cessar-fogo da ETA é um movimento político
A organizaçom basca, aproveitando a experiência irlandesa, comprometeuse a abrir un proceso democrático. Espanha deve reconhecê-lo.
O anúncio do cessar-fogo da ETA no passado domingo foi a culminaçom de [...]]]></description>
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<p style="text-align: justify;"><a href="http://mgs-galiza.org/?p=986"><img class=" size-full wp-image-184 alignleft" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 2px; margin-right: 10px;" src="http://mgs-galiza.org/wp-content/uploads/2010/09/adams.jpg" alt="arredista2" width="300" height="100" /></a>Reproduzimos um artigo do dirigente do Sinn Féin irlandés, Gerry Adams, publicado no jornal The Guardian o 6 de setembro de 2010:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O cessar-fogo da ETA é um movimento político</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>A organizaçom basca, aproveitando a experiência irlandesa, comprometeuse a abrir un proceso democrático. Espanha deve reconhecê-lo.</em></p>
<p style="text-align: justify;">O anúncio do cessar-fogo da ETA no passado domingo foi a culminaçom de anos de debate, discussom e estratégia entre os activistas bascos. É um acontecimento importante e umha tentativa genuína de contribuir à resoluçom do conflito. Acredito que tem potencial para desencadear um final definitivo do conflito com o Estado espanhol.</p>
<p style="text-align: justify;">O processo de diálogo também contou com a participaçom de representantes qualificados do Sinn Féin, como eu mesmo. Às vezes, os debates tinham lugar no País Basco, às vezes em Belfast e, em várias ocasions, membros do Sinn Féin viajamos a Genebra para nos reunirmos com representantes bascos. Muita gente no País Basco olha o processo de paz irlandês como fonte de inspiraçom e boa parte do que lá foi tentado durante a última década tomou a nossa experiência como modelo.</p>
<p style="text-align: justify;">Partindo da experiência da trégua de 2006 –que finalizou entre recriminaçons mútuas após só nove meses– haverá, tanto no lado basco como no espanhol, quem seja céptico e cauteloso. Mas a cautela nom deve servir para marcar condiçons prévias ao diálogo. A cautela nom deve servir para bloquear o processo.</p>
<p style="text-align: justify;">No processo irlandês, vimos como se brincou ao jogo das palavras cruzadas com o uso e interpretaçom de certos termos, e alguns destes convertérom-se em precondiçons para adiar o processo.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ter sucesso, um processo crível entre o povo basco e o estado espanhol deve respeitar a representaçom democrática. O eleitorado tem direito a eleger o partido que queira que o represente, e esta decisom deveria ser aceite e respeitada polo governo espanhol.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao final do ano passado e durante o presente, desenvolveu-se um impressionante processo de formulaçom estratégica entre partidos bascos, sindicalistas e políticos. Participárom milhares de pessoas. Do debate devia surgir umha nova estratégia política.</p>
<p style="text-align: justify;">No mês de fevereiro, umha conferência da esquerda abertzale, que inclui o partido ilegalizado Batasuna, acordou umha nova estratégia de frente ampla. Isto também se assemelha muito à experiência irlandesa.</p>
<p style="text-align: justify;">A nova estratégia implica o uso de «meios exclusivamente políticos e democráticos» e procura atingir umha mudança política «em completa ausência de violência e sem interferências» e «conduzida consoante aos Princípios de Mitchell». Esta estratégia ecoa no comunicado da ETA deste fim de semana.</p>
<p style="text-align: justify;">Na sua mensagem em vídeo, a ETA confirma «o seu compromisso com umha soluçom democrática para, através do diálogo e da negociaçom, decidirmos o nosso futuro de forma livre e democrática, se o Governo da Espanha tem vontade». «Fazemos um apelo à comunidade internacional para que responda com responsabilidade histórica à vontade e compromisso da ETA, para que tome parte na articulaçom de umha soluçom duradoira, justa e democrática a este secular conflito político».</p>
<p style="text-align: justify;">É significativo que a esquerda abertzale, na sua resposta ao comunicado da ETA, descreva esta iniciativa como um «cessamento unilateral e incondicional das operaçons militares indefinidamente». Também reconhece que devem continuar a desenvolver-se iniciativas e assumir compromissos para poder avançar.</p>
<p style="text-align: justify;">A posiçom da esquerda abertzale indica que os partidos bascos entendem a necessidade de se somarem a esta iniciativa. Também existe umha forte responsabilidade do governo espanhol para nom desaproveitar esta oportunidade de paz e de progresso. Deve ter largura de vista, pensar estrategicamente e ignorar as vozes que querem umha resoluçom do conflito em termos de vencedores e vencidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Também a comunidade internacional tem um papel a desempenhar, como aconteceu no processo irlandês e acontece nas negociaçons sobre o Próximo Oriente que começárom a semana passada.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem perigos. Nom pode haver resoluçom do conflito sem riscos para os seus participantes. Mas os benefícios do sucesso ultrapassam de longe os perigos do fracasso.</p>
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		<title>Entrevista ao responsável de comunicaçom do MGS</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 17:27:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Novas]]></category>

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		<description><![CDATA[
O portal galizalivre.org vem de publicar umha entrevista com Breixo Lousada, responsável de comunicaçom da nossa organizaçom. Reproduzimos as suas respostas a continuaçom: 

Que levou a vossa organizaçom a constituir-se como voz crítica organizada no seio do BNG?
Vam já quatro anos desde que decidimos artelhar umha nova referência política no seio do BNG, e mais de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://mgs-galiza.org/?p=982"><img class=" size-full wp-image-184 alignleft" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 2px; margin-right: 10px;" title="arredista1" src="http://mgs-galiza.org/wp-content/uploads/2010/09/entrevista.jpg" alt="arredista2" width="300" height="100" /></a>O portal <a href="http://www.galizalivre.org/">galizalivre.org</a> vem de publicar umha entrevista com Breixo Lousada, responsável de comunicaçom da nossa organizaçom. Reproduzimos as suas respostas a continuaçom: </p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que levou a vossa organizaçom a constituir-se como voz crítica organizada no seio do BNG?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Vam já quatro anos desde que decidimos artelhar umha nova referência política no seio do BNG, e mais de um que o fazemos baixo as siglas do MGS. Por umha banda, achávamos que era precisa umha nova organizaçom política de perfil revolucionário que defendesse claramente os interesses da classe trabalhadora, pois víamos que esse era um espaço que nom estava a ser correctamente cuberto. Por outra, pensamos que é indispensável organizar-se para trabalhar pola recuperaçom dos postulados históricos do nacionalismo frentista: autodeterminaçom, democracia real, defesa dos interesses populares&#8230;. simplificando: queremos recuperar o BNG como ferramenta para a libertaçom nacional e a emancipaçom social e, a nível organizativo, apostar de novo polo asemblearismo e a participaçom da militáncia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Outras organizaçons políticas do soberanismo galego, com um programa político semelhante ao de Movimento Galego ao Socialismo decidirom continuar a sua luita à margem do BNG. Por que vós achais que é positivo atuar desde dentro?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Acreditamos no frentismo como formulaçom organizativa acaída à realidade social e política da nossa naçom, e achamos que é fundamental garantir a unidade do nacionalismo, mais ainda neste momento histórico. Desde o respeito ao conjunto do movimento nacionalista, esteja ou nom organizado actualmente no seio do BNG, pensamos que a aposta mais inteligente passa por reforçar as posiçons de esquerda e soberanistas no seio da frente patriótica, que defendam sem complexos as posiçons de classe e um projecto independentista.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Parece que o nacionalismo maioritário nom foi quem de inserir a ideia do soberanismo e da autodeterminaçom no imaginário político do povo galego, qual é a concepçom destes termos que se maneja a dia de hoje dentro do BNG? Som estrategicamente concebidos como conceitos tabu?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nós advogamos pola recuperaçom no discurso diário do BNG destas ideias, que durante muitos anos fôrom erguidas como bandeiras centrais do agir político da frente sem que isso impedisse um aumento da sua base social e eleitoral. É certo que co decorrer dos anos, conceitos chave que para nós deveriam ser a coluna vertebral do discurso nacionalista, fôrom perdendo peso no dia a dia e ficarom relegados em muitos casos a discursos rituais em datas sinaladas ou de consumo interno. Se bem som questons que na teoria ninguém questiona e seguem a figurar no ADN do BNG, para nós tenhem que jogar um papel muito mais importante, especialmente num momento em que está a debate a configuraçom institucional do estado co qual deveria aproveitar-se para divulgar a alternativa soberanista que á única que oferece um futuro digno ao nosso povo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como valorais a estrategia global da aposta do chamado “nacionalismo de proximidade”?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes apresenta-se por parte determinados sectores do nacionalismo umha falsa contradiçom entre defender os “problemas reais” da gente e a coerência ideológica ou os objectivos estratégicos. Para nós é justo ao contrário: nom existe tal contradiçom e de facto som cousas complementares. Devemos ser capazes de ligar os objectivos e conquistas imediatas com um projecto estratégico de transformaçom social. Precisamente porque sabemos que evidentemente podem-se conseguir avanços mesmo dentro do actual quadro e do actual sistema no ámbito laboral, lingüístico, etc, mas estes só estarám plenamente garantidos e consolidados logo dum cambio profundo nas estruturas económicas e políticas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Com a vigente crise social e laboral que sofre o povo trabalhador, que medidas de urgência deveria assumir um executivo de compromisso com o país?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Medidas como as que está a defender a CIG ou próprio BNG som perfeitamente aplicáveis aqui e agora, e suporiam um cambio de paradigma ainda dentro do próprio sistema, que em todo caso debemos aspirar a superar. Falamos de políticas fiscais progressivas, de aposta pola banca pública e da reforma do sistema financeiro, reforço do gasto social ou potenciaçom do sector público. E por suposto, medidas no ámbito laboral que vaiam na linha oposta ao que se está a propor por parte dos governos: limitaçom real da precariedade e da temporalidade, impedir os despedimentos e reforçar as prestaçons, implantando um Salário de Inserçom Laboral. Tudo isto serviria para começar a avançar cara a um novo modelo económico e social diferente, e impediria que o peso da crise recaísse nas classes populares, como é evidente que está a passar actualmente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O “culebrom” das caixas leva ocupando parte do espaço de opiniom pública dos últimos tempos. Até que punto o nacionalismo acertou apoiando a fusom do capital burguês, em numerosas ocasions contrário aos interesses do próprio país, em vez de criticar com força os seus excessos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É evidente que o papel que jogárom as caixas nos últimos anos pouco tivo a ver coa sua teórica natureza, e assi foi criticado polo nacionalismo em muitas ocasions .<br />
A fusom há que entendé-la nom como um fim em si mesmo, mas como o único meio possível na actual cojuntura para evitar que as caixas perdam o seu carácter galego e passem a depender totalmente de centros de decisom foráneos. Porém, além de garantir essa <em>galeguidade</em>, os objectivos fundamentais devem ser também que as caixas de aforro nom se convirtam na prática em bancos convencionais e que recuperem o seu papel originário como apoio à economia produtiva, democratizando ademais os seus organismos de direcçom. Nada disto deveria ser incompatível, mas complementar, à defesa da banca pública e a perspectiva de nacionalizaçons no sector bancário que recuperem plenamente o controlo da actividade financeira para o povo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Em termos de libertaçom nacional que pode oferecer-lhe o frontismo do BNG ao incipiente auge de iniciativas de construçom nacional?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pensamos que o abandono da “política” em favor do trabalho exclusivamente social é -ademais de criar umha divisom fictícia- o melhor favor que podemos fazer aos nossos inimigos. O afortalamento dumha ferramenta política unitária do nacionalismo deveria servir para acompanhar os avances que se dam a nível social, e estes deveriam retroalimentar-se. Isto nom é nada novo, senom que foi precisamente a fórmula que permitiu o importante avanço do nacionalismo popular durante duas décadas.<br />
Ademais umha referência política patriótica que dispute as instituiçons deveria servir para, ainda dentro das evidentes limitaçons do actual quadro, ponher as administraçons como aliadas dos movimentos populares e nom como inimigas. Quanto a isto temos exemplos frustrantes, mas taméns outros positivos que devemos pôr em valor. Pensamos que precisamente por isso é mui importante reforçar as posiçons claramente soberanistas e de esquerda no seio do BNG, recuperando plenamente umha ferramenta que de desempenhar o papel para o que nasceu pode ser mui útil para apoiar e afortalar as loitas socias e as diversas iniciativas que desde a base floresçam por toda a naçom.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Na vossa opiniom que estrategia seria favorável para a aceptaçom do ideário nacionalista em núcleos tradicionalmente contrários como é o caso das zonas rurais?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Fundamentalmente passaria por vincular, como já se tem feito até agora com maior ou menor sucesso, as reivindicaçons nacionais coa defesa do território, do meio e do direito a viver, trabalhar e produzir na própria terra. Deve ser o nacionalismo quem veicule essas demandas e quem faga ver ademais que som todas elas questons directamente ligadas à nossa condiçom de naçom que hoje por hoje nom conta com capacidade de decisom sobre si própria, e em particular sobre os seus sectores produtivos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Em torno à questom da língua, o momento crítico que vivemos require de formulas imaginativas que conquistem a galego falantes. Seria positiva umha decidida aposta por parte do BNG da opçom normativa que nos une com a lusofonia?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mais alá da prática normativa que tivesse o BNG em cada momento, e das consideraçons que pudéssemos fazer disso, o BNG é formalmente reintegracionista, isto é, defende a unidade lingüística do galego-português. Nesse sentido tem impulsado iniciativas interessantes de cara ao achegamento à lusofonia, como pode ser o ensino da língua portuguesa ou a recepçom das TVs do sul do Minho na Galiza. Pensamos que umha aposta clara por essa via seria mui interessante, e nesse sentido a plena legitimaçon do nosso idioma como língua internacional que é de facto pode ajudar abrir novos caminhos para a posta em valor e recuperaçom de usos do galego que até agora nom estám a ser explorados. A assunçom prática e consequente dessa estratégia passaria tamém, como mínimo, pola fim da exclusom que por parte das instituiçons que agora mesmo sofrem os sectores que nom assumem a normativa oficial para a escrita da língua.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Para rematar comentai qualquer cousa que considerardes relevante. Obrigadas pola vossa amabilidade.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A frustraçom é amiga do sistema, e num momento como este de dura ofensiva do capital e o espanholismo é mais necessário que nunca recuperar a confiança nas nossas possibilidades e apostar na construçom de forças políticas que sejam capazes de artelhar respostas e comecem desde já a mudar a correlaçom de forças. Nessa tarefa está humildemente empenhada a nossa organizaçom.</p>
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		<title>O MGS celebrou o seu acto de homenaxe a Moncho Reboiras en Imo</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 00:12:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Este ano cumpríronse os 35 anos do asasinato de Xosé Ramón Reboiras en Ferrol a mans da policía franquista. Un ano mais o Movemento Galego ao Socialismo non quixo deixar pasar esta data sen recordar a un militante que deu a súa vida polos que hoxe constitúen o eixo central dos obxectivos estratéxicos da nosa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><a href="http://mgs-galiza.org/?p=971"><img style="margin-top: 5px; margin-bottom: 2px; margin-right: 10px;" src="http://mgs-galiza.org/wp-content/uploads/2010/08/actoreboiras10.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Este ano cumpríronse os 35 anos do asasinato de Xosé Ramón Reboiras en Ferrol a mans da policía franquista. Un ano mais o Movemento Galego ao Socialismo non quixo deixar pasar esta data sen recordar a un militante que deu a súa vida polos que hoxe constitúen o eixo central dos obxectivos estratéxicos da nosa organización política.</p>
<p style="text-align: justify;">A figura de Moncho Reboiras segue a estar vixente como exemplo dun grande organizador e dirixente nuns anos difíceis que supuxeron o agromar das organizacións políticas e de masas que actuarían na Galiza até hoxe. Tivo un importante papel na reoganización do movemento político actualizado no seu corpo ideolóxico e incorporando definitivamente o marxismo e a loita das clases populares ás reindicacións nacionais. A criación dun basto movemento cultural ou o surximento dun potente sindicalismo nacionalista foron algúns dos campos nos que Moncho Reboiras, que coñeceu de primeira man a presión da patronal en Vigo, destacou como organizador e activista gañándose o respeito e atraendo ao nacionalismo a moitos cuadros e xóvenes militantes. Finalmente, xa na clandestinidade, é asasinado cando organizaba a frente armada da UPG.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://mgs-galiza.org/wp-content/uploads/2010/08/actoreboiras10c.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-977" title="actoreboiras10c" src="http://mgs-galiza.org/wp-content/uploads/2010/08/actoreboiras10c.jpg" alt="actoreboiras10c" width="630" height="473" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Precisamente ese papel de organizador foi o que Antolín Alcántara destacou na súa intervención no acto celebrado na mañá deste 12 de agosto en Imo. Comparou o momento no que Moncho Reboiras e unha nova xeración de militantes constituiron un movemento político coa tarefa principal da organización desde a nada co momento actual, no que tras anos de relegar á ideoloxía a un segundo plano por parte de quen tiña o papel histórico de continuar a loita cumpría centrar os esforzos na labor de politización da clase traballadora, das clases populares no seu conxunto e da mocidade para recuperarmos o camiño. Unha tarefa complicada mais ese é precisamente o exemplo de quen lembramos nesta homenaxe. Como exemplo Antolín falou da folga xeral como unha oportunidade para amosar a verdadeira cara do capitalismo e do seu papel expoliador de territorios, do medio ambiente e das persoas e causante do desigual reparto da riqueza no mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Tamén falou Ximena González, quen na súa intervención lembrou que á súa morte Moncho contaba con 25 anos co que era un mozo consciente da súa condición de galego nun país sen soberanía e que chamando á organización consciente e entusiasta da mocidade en torno aos obxectivos estratéxicos da independencia nacional e o socialismo.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://mgs-galiza.org/wp-content/uploads/2010/08/actoreboiras10a.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-979" title="actoreboiras10a" src="http://mgs-galiza.org/wp-content/uploads/2010/08/actoreboiras10a.jpg" alt="actoreboiras10a" width="630" height="473" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Este modesto e emotivo acto rematou co canto do hino galego e posteriormente celebramos outro pequeno acto nun restaurante próximo no que quixemos aproveitar esta data para asinar o protocolo de relación entre o MGS e a organización xuvenil Isca! co que formalizamos unha relación que viña existindo na prática desde o noso nacemento.</p>
<p style="text-align: justify;">Días atrás tamén participamos nos actos unitarios que desde a Comisión Moncho Reboiras se celebraron no mesmo lugar e na que un completo programa de actos lembrou a figura de Moncho Reboiras, inaugurando unha nova placa na tumba do militante nacionalista.</p>
<p style="text-align: justify;">A seguir podes ver un video do acto, elaborado por GZVideos:</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p><object width="630" height="470" data="http://blip.tv/play/gYV1gfWwZgI" type="application/x-shockwave-flash"><param name="src" value="http://blip.tv/play/gYV1gfWwZgI" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fmgs-galiza.org%2F%3Fp%3D971&amp;linkname=O%20MGS%20celebrou%20o%20seu%20acto%20de%20homenaxe%20a%20Moncho%20Reboiras%20en%20Imo">Partillar/Gardar</a>]]></content:encoded>
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		<title>Reboiras, na memoria presente</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 19:33:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Trinta e cinco anos despois do seu pasamento, a mans da vil policía franquista, a figura de Moncho Reboiras segue presente entre nós, como segue presente o seu ideario político, a dun patriota galego comprometido coa liberación nacional e social de Galiza.
Desde o Movemento Galego ao Socialismo (MGS) queremos, un ano máis, reivindicar o compromiso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><a href="http://mgs-galiza.org/?p=964"><img style="margin-top: 5px; margin-bottom: 2px; margin-right: 10px;" src="http://mgs-galiza.org/wp-content/uploads/2010/08/moncho2010web.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Trinta e cinco anos despois do seu pasamento, a mans da vil policía franquista, a figura de Moncho Reboiras segue presente entre nós, como segue presente o seu ideario político, a dun patriota galego comprometido coa liberación nacional e social de Galiza.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde o Movemento Galego ao Socialismo (MGS) queremos, un ano máis, reivindicar o compromiso político de Moncho Reboiras, un compromiso insubornábel que levou até as súas últimas consecuencias. A súa militancia é produto do seu tempo e das condicións políticas e sociais da Galiza dos estertores do franquismo, unha Galiza diferente á actual mais tamén con moitas semellanzas coa de hai case catro décadas. Catro décadas nas que se fixo patente que a necesaria soberanía da nación é unha urxencia política para Galiza, sometida a un estado que só procura o sometemento e a asimilación das nacións galega, vasca e catalá. E catro décadas, tamén, nas que o capitalismo na súa faciana neoliberal vén socavando dereitos sociais e laborais das clase traballadora e os sectores populares.</p>
<p style="text-align: justify;">Porén, non son tempos para se laiar. Son tempos, e así o entendemos desde o MGS, para avanzarmos na organización e na loita, co obxectivo irrenunciábel da emancipación de Galiza e a construción do socialismo. Obxectivo polo que deu a súa vida unha mañá de 12 de agosto Moncho Reboiras, no medio dunha vaga represora desatada polo réxime franquista contra a resistencia política na nosa nación.</p>
<p style="text-align: justify;">Este <strong>12 de agosto de 2010 ás 13 horas</strong>, o MGS volverá ao <strong>camposanto de Imo</strong>, a lembrar a experiencia militante e o compromiso político de Reboiras, e farémolo desde o convencemento da importancia de manter viva a súa loita por unha Galiza ceibe e socialista.</p>
<p style="text-align: justify;">Por último, queremos manifestar que o MGS tamén se suma á <a href="http://www.monchoreboiras.org/novas.htm">homenaxe</a> que unha Comisión plural e diversa vén facendo á figura de Moncho Reboiras, e que ten a súa culminación con diversos actos este 7 de agosto na súa lembranza.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://mgs-galiza.org/wp-content/uploads/2010/08/moncho_2010.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-965" title="moncho_2010" src="http://mgs-galiza.org/wp-content/uploads/2010/08/moncho_2010.jpg" alt="moncho_2010" width="630" height="369" /></a><a href="http://mgs-galiza.org/wp-content/uploads/2010/08/moncho_2010.jpg"></a></p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fmgs-galiza.org%2F%3Fp%3D964&amp;linkname=Reboiras%2C%20na%20memoria%20presente">Partillar/Gardar</a>]]></content:encoded>
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		<title>Unha manifestación reclamará a abolición das touradas na Galiza</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 20:59:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Novas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Diversos colectivos sociais convocan este sábado unha manifestación en Pontevedra, en coincidencia co inicio da feira taurina, para reclamar a fin das touradas na Galiza. Trátase do cuarto ano consecutivo no que se organizan protestos populares contra este sanguento ritual. A mobilización comezará ás 20:00 horas na Praza da Peregrina.
Ademais, a Coordenadora Antitouradas de Pontevedra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://mgs-galiza.org/?p=949"><img class=" size-full wp-image-184 alignleft" style="margin-right: 10px; margin-top: 5px; margin-bottom: 2px;" title="arredista1" src="http://mgs-galiza.org/wp-content/uploads/2010/07/touradas.jpg" alt="arredista2" width="300" height="100" /></a>Diversos colectivos sociais convocan este sábado unha manifestación en Pontevedra, en coincidencia co inicio da feira taurina, para reclamar a fin das touradas na Galiza. Trátase do cuarto ano consecutivo no que se organizan protestos populares contra este sanguento ritual. A mobilización comezará ás 20:00 horas na Praza da Peregrina.</p>
<p style="text-align: justify;">Ademais, a <a href="http://www.pontevedraantitouradas.org/">Coordenadora Antitouradas de Pontevedra</a> emitiu unha nota na que reflexiona sobre a recente abolición na Catalunya e apela á mobilización popular para suprimir estes &#8220;festexos&#8221; do noso país, onde non contan con tradición ningunha. Reproducimos o comunicado a continuación:</p>
<p style="text-align: justify;">A Coordenadora Antitouradas de Pontevedra manifesta a súa <strong>profunda satisfacción</strong> polo éxito da Iniciativa Lexislativa Popular &#8220;Prou&#8221; -respalada por 180.000 sinaturas e aprobada hoxe no Parlament de Catalunya por 68 votos a favor, 55 en contra e 9 abstencións- que desterrará as touradas deste territorio a partir de 2012.</p>
<p style="text-align: justify;">A medida representa <strong>un paso de xigante</strong> para o movemento antitaurino, xa que demostra a capacidade da sociedade mobilizada para deter a tortura de animais convertida en espectáculo. En realidade, <strong>a inmensa maioría da sociedade</strong> catalá -ao igual que a galega e a pontevedresa en particular- <strong>é desde hai tempo abrumadoramente contraria a este sanguento ritual</strong> convertido en negocio para uns poucos, aínda por riba subvencionados con abondosos fondos públicos. Con certeza, a decisión adoptada en Catalunya terá continuidade máis cedo que tarde noutros lugares, particulamente en Galiza: podemos afirmar que <strong>esta indignidade ten os días contados</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste sentido, a Coordenadora pregúntase <strong>de que serve contar cunha Lei de Protección Animal autonómica se exclúe explicitamente as touradas</strong>, xa que dificilmente podemos pensar a día de hoxe nun ataque tan cruel e público contra os animais, e aínda contra a vontade maioritaria da cidadanía (por poñer un exemplo, un estudo de Gallup reflicte que o 86% dos galegos “rexeitan ou aborrecen” as touradas).</p>
<p style="text-align: justify;">Así, <strong>reiteramos hoxe as nosas principais demandas amparados por este interesante e proveitoso precedente</strong>, que se suma á prohibición das touradas nas Canarias en 1991: o cese inmediato de axudas ás touradas, a modificación da Lei 1/1993 de Protección de Animais Domésticos ou Salvaxes en Cautividade, o cese do uso de espazos públicos para a promoción das touradas, así como a supresión nos programas de festas editados polo noso Concello, a declaración de Pontevedra como “Cidade Antitouradas e amiga dos Animais” e a  reconversión da praza de touros nun Coliseu para espectáculos culturais e concertos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por último, a <strong>Coordenadora anima a toda a sociedade a manifestarse o próximo sábado 31 ás 20:00 horas na Peregrina </strong>en protesta pola matanza anunciada de 24 touros durante as festas da cidade, e en defensa da abolición desta tortura. A manifestación está convocada por ducias de colectivos de todo tipo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://mgs-galiza.org/wp-content/uploads/2010/07/mani-antitouradas-final.png"><img class="size-full wp-image-951    aligncenter" style="margin-left: 50px; margin-right: 50px;" title="mani-antitouradas-final" src="http://mgs-galiza.org/wp-content/uploads/2010/07/mani-antitouradas-final.png" alt="mani-antitouradas-final" width="460" height="651" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">
</div>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fmgs-galiza.org%2F%3Fp%3D949&amp;linkname=Unha%20manifestaci%C3%B3n%20reclamar%C3%A1%20a%20abolici%C3%B3n%20das%20touradas%20na%20Galiza">Partillar/Gardar</a>]]></content:encoded>
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		<title>No Dia da Patria viu a luz o terceiro número da nosa revista, “Arredista!”</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 15:44:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Novas]]></category>

		<category><![CDATA[arredista]]></category>

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		<description><![CDATA[
Tanto no Festigal como na manfestación nacional do BNG do 25 de xullo distribuiuse entre a militancia e base social do nacionalismo o terceiro número da revista do MGS, &#8220;Arredista!&#8221;. Nesta ocasión analizamos as causas da crise e como organizarmos a resposta, abordamos temas como a sentenza do estatut e a nosa resposta como independentistas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://mgs-galiza.org/?p=944"><img class=" size-full wp-image-184 alignleft" style="margin-right: 10px; margin-top: 5px; margin-bottom: 2px;" title="arredista1" src="http://mgs-galiza.org/wp-content/uploads/2010/07/arredista3.jpg" alt="arredista2" width="300" height="100" /></a>Tanto no Festigal como na manfestación nacional do BNG do 25 de xullo distribuiuse entre a militancia e base social do nacionalismo o terceiro número da revista do MGS, &#8220;Arredista!&#8221;. Nesta ocasión analizamos as causas da crise e como organizarmos a resposta, abordamos temas como a sentenza do estatut e a nosa resposta como independentistas, así como o ataque aos servizos sociais, a situación da Universidade galega, os debates feministas que tiveron lugar no encontro de Istambul ou os 200 anos da independencia das colonias españolas na América Latina. Ademais, entrevistamos un dirixente da organización comunista palestina FPLP, así como ao noso representante na Executiva Nacional do BNG, que fala sobre a actual situación da organización frontista e o noso papel nela.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Podes consultar integramente a revista ou descargala:</p>
<div style="text-align: left;"><object width="635" height="552" data="http://www.calameo.com/viewer.swf?bkcode=000072727de80fb500c88&amp;langid=es" type="application/x-shockwave-flash"><param name="quality" value="high" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.calameo.com/viewer.swf?bkcode=000072727de80fb500c88&amp;langid=es" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong><em><a href="http://pt.calameo.com/read/000072727de80fb500c88">Ver a pantalla completa</a></em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong><a href="http://mgs-galiza.org/wp-content/uploads/2010/07/arredista-3.pdf">Descargar en pdf</a><br />
</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">
</div>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fmgs-galiza.org%2F%3Fp%3D944&amp;linkname=No%20Dia%20da%20Patria%20viu%20a%20luz%20o%20terceiro%20n%C3%BAmero%20da%20nosa%20revista%2C%20%E2%80%9CArredista%21%E2%80%9D">Partillar/Gardar</a>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Quinto número da nosa folla informativa &#8220;Máis Alá!&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 00:50:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Novas]]></category>

		<category><![CDATA[Máis Alá!]]></category>

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		<description><![CDATA[Miles de exemplares da nosa folla informativa &#8220;Máis Alá!&#8221; foron distrubuídos na manifestación nacional convocada polo BNG no Día da Patria. Neste número, que xa é o quinto pódese ler un artigo sobre a folga xeral, unha reflexión sobre a sentencia contra o Estatut catalán e as consecuencias para Galiza e unha análise da situación [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://mgs-galiza.org/?p=940"><img class="alignnone size-full   wp-image-287" style="margin-right: 10px; margin-top: 5px; margin-bottom: 2px;" src="http://mgs-galiza.org/wp-content/uploads/2009/07/maisala1.jpg" alt="" width="300" height="70" /></a>Miles de exemplares da nosa folla informativa &#8220;Máis Alá!&#8221; foron distrubuídos na manifestación nacional convocada polo BNG no Día da Patria. Neste número, que xa é o quinto pódese ler un artigo sobre a folga xeral, unha reflexión sobre a sentencia contra o Estatut catalán e as consecuencias para Galiza e unha análise da situación da nosa lingua.</p>
<p style="text-align: justify;">A   seguir podes consultala integramente ou descargala:</p>
<div style="text-align: left;"><object width="635" height="552" data="http://v.calameo.com/2.0/cviewer.swf?bkcode=000072269741005b6b70f&amp;langid=pt" type="application/x-shockwave-flash"><param name="quality" value="high" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://v.calameo.com/2.0/cviewer.swf?bkcode=000072269741005b6b70f&amp;langid=pt" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em><strong><a href="http://pt.calameo.com/read/000072269741005b6b70f">Ver a   pantalla completa<br />
</a> </strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://mgs-galiza.org/wp-content/uploads/2010/07/maisala5web.pdf"><em><strong>Descargar en pdf</strong></em></a></p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fmgs-galiza.org%2F%3Fp%3D940&amp;linkname=Quinto%20n%C3%BAmero%20da%20nosa%20folla%20informativa%20%26%238220%3BM%C3%A1is%20Al%C3%A1%21%26%238221%3B">Partillar/Gardar</a>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Máis de 20.000 galegas e galegos reclaman a soberanía e un novo modelo económico</title>
		<link>http://mgs-galiza.org/?p=930</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 00:22:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[BNG]]></category>

		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[A zona vella de Compostela converteuse onte nun escenario de vivos contrastes que nos dá a medida das contradiccións e entraves do noso país. Por un lado, monarcas directamente chegados desde o medievo, bispos e arzobispos santos e militares, palmeados por milleiros de súbditos orgullosos de tal condición, no Obradoiro e dentro da Catedral; e, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:   justify;"><a href="http://mgs-galiza.org/?p=930"><img style="margin-top: 5px; margin-bottom: 2px; margin-right: 10px;" src="http://mgs-galiza.org/wp-content/uploads/2010/07/patria10.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>A zona vella de Compostela converteuse onte nun escenario de vivos contrastes que nos dá a medida das contradiccións e entraves do noso país. Por un lado, monarcas directamente chegados desde o medievo, bispos e arzobispos santos e militares, palmeados por milleiros de súbditos orgullosos de tal condición, no Obradoiro e dentro da Catedral; e, polo outro, milleiros de traballadores galegos reclamando a autodeterminación na Praza da Quintana, contigua aos espazos tomados pola reacción pura.</p>
<p align="JUSTIFY">Así, mentres o imposto xefe do Estado que nos nega -cun patrimonio opaco que de varios centos de millóns de euros no mínimo, conseguido  sen dar pancada na súa vida- reclamaba unha intercesión divina para paliar a crise, máis de 20.000 manifestantes reclamaban solucións reais na mobilización convocada polo Bloque Nacionalista Galego.</p>
<p align="JUSTIFY"><a href="http://mgs-galiza.org/wp-content/uploads/2010/07/pegatapatria10.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-932" style="margin-right: 10px;" title="pegatapatria10" src="http://mgs-galiza.org/wp-content/uploads/2010/07/pegatapatria10.jpg" alt="pegatapatria10" width="300" height="420" /></a>O contexto político no que se desenvolveu a manifestación deste ano estaba profundamente marcado pola agudización da crise do capitalismo, as medidas antisociais do goberno español, a aprobación do decreto contra o galego no ensino e a mutilación do Estatut polo Tribunal Constitucional. Neste sentido, as mensaxes centrais da organización frontista foron o rexeitamento da claudicación ante os mercados e a defensa do carácter nacional de Galiza -&#8221;sen apelidos&#8221;, como subraiou o Portavoz Nacional Guillerme Vázquez, en clara referencia á esperpéntica proposta do PSOE- e do seu consecuente dereito a se gobernar por sí mesma e a preservar os seus principais sinais de identidade.</p>
<p align="JUSTIFY">Na mobilización, aberta por unha xigantesca bandeira da patria, escoitáronse numerosas consignas en prol da autodeterminación e a independencia, en favor da folga xeral convocada para o 29 de setembro -reto inminente para o nacionalismo galego- ou en contra da ofensiva lingüicida e das políticas &#8220;de austeridade&#8221; -en realidade neoliberais e privatizadoras- do goberno de Núñez Feijóo, que o día anterior, sen ir máis lonxe, queimara 300.000 euros en fogos pirotécnicos. Acompañaron o percorrido centos de bandeiras nacionais, comunistas, de outras nacións sen Estado ou inmersas en procesos revolucionarios e das distintas organizacións integradas no BNG, que distribuíron un ricaz leque de publicacións desde a saída na Alameda.</p>
<p><a href="http://mgs-galiza.org/wp-content/uploads/2010/07/patria10_02.jpg"><img class="size-full wp-image-935 alignleft" style="margin-right: 10px;" title="patria10_02" src="http://mgs-galiza.org/wp-content/uploads/2010/07/patria10_02.jpg" alt="patria10_02" width="400" height="268" /></a></p>
<p align="JUSTIFY">Abundaron tamén as mostras de rexeitamento á visita do máximo xerarca da Igrexa Católica á Galiza o 6 de novembro, en particular por parte da Marcha Mundial das Mulleres, oposta ao &#8220;zumo pontífice&#8221;. Tamén participaron da marcha outras organizacións, como os Comités, que defenderon a lingua e o carácter público do ensino, colectivos en contra da impunidade dos represores do fascismo e en defensa da memoria das vítimas, ou a Associaçom Galega da Língua, que repartiu unha publicación editada expresamente para esta data. Ademais, o BNG convidou de xeito oficial a 24 delegacións internacionais, como o Frente Popular pola Liberación de Palestina, o Frente Polisario, os consulados cubano e venezolano, o Partido Comunista Português e o Bloco de Esquerdas, representantes do Wall Mapu, Esquerra Republicana, Aralar ou Nafarroa Bai.</p>
<p align="JUSTIFY">
<p align="JUSTIFY">
<p align="JUSTIFY"><strong>Un espazo político que medra paso a paso</strong></p>
<p align="JUSTIFY"><a href="http://mgs-galiza.org/wp-content/uploads/2010/07/patria10_04.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-937" style="margin-right: 10px;" title="patria10_04" src="http://mgs-galiza.org/wp-content/uploads/2010/07/patria10_04.jpg" alt="patria10_04" width="400" height="300" /></a>O espazo político que representan o MGS e Isca! deu abondosas mostras da súa consolidación, como demostra o medre da afiliación, nun ano no que o Movemento ten prevista a celebración da súa I Asamblea Nacional. Sob a premisa da defensa do socialismo e a acumulación de forzas cara a independencia, o lema escollido polo MGS foi &#8220;contra o españolismo obrigatorio, independencia&#8221;, mentres que Isca! advertía da presente realización de impresindíbeis e inaprazábeis obras no país, xa que &#8220;estamos construíndo a República Galega&#8221;.</p>
<p align="JUSTIFY">Ambas organizacións editaron os seus voceiros nacionais, o terceiro número do Arredista e o cuarto do Combater -cun novo deseño, máis contidos e edición a cor- respectivamente, ademais de outra propaganda divulgativa, como a folla informativa Máis Alá ou diversos autocolantes, e ademais Isca! pendurou diversas faixas pola cidade. A actividade extendeuse durante o día anterior e durante o resto do 25 de xullo, xa que as entidades instalaron un posto de información e venda de material na Galería de Asociacións do Festigal.</p>
<p style="text-align: center;" align="JUSTIFY"><a href="http://mgs-galiza.org/wp-content/uploads/2010/07/patria10_01.jpg"><img class="size-full wp-image-934 aligncenter" title="patria10_01" src="http://mgs-galiza.org/wp-content/uploads/2010/07/patria10_01.jpg" alt="patria10_01" width="630" height="245" /></a></p>
<p align="JUSTIFY">
<p align="JUSTIFY"><strong>Democracia á española</strong></p>
<p align="JUSTIFY">Non todo foron noticias positivas na xornada de mobilización. Nunha cidade tomada por unidades &#8220;antidisturbios&#8221; da Policía Nacional -mesmo un helicóptero vixilaba permanentemente á cidadanía- rexistráronse diversos incidentes. Un deles tivo lugar a primeira hora da mañá, cando tres militantes de Isca! penduraban faixas de na cidade (algunhas foron retiradas). Varios axentes identificaron ás mozas independentistas entre constantes provocacións e expresións desprezativas. Cando finalmente unha militante apuntou o número de placa dun axente para utilizalo en eventuais accións, recebeu ameazas por parte deste. Afortunadamente as persoas identificadas non responderon ás ofensas dos axentes, que en teoría velaban pola seguridade da cidadanía, pero na prática se dedicaron a espiala, intimidala e restrinxir o dereito á liberdade de expresión.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Dia da Pátria galega 2010</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 17:48:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[BNG]]></category>

		<category><![CDATA[Comunicados]]></category>

		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[Este 25 de Julho sairemos às ruas de Compostela, mais umha vez, a reivindicar a soberania nacional para o nosso país. Este ano vem marcado por um contexto europeu, estatal e galego onde se estám a implementar duríssimas reformas contra os trabalhadores: recortes sociais regressivos no Estado da mao do PSOE como a suba do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:   justify;"><a href="http://mgs-galiza.org/?p=925"><img style="margin-top: 5px; margin-bottom: 2px; margin-right: 10px;" src="http://mgs-galiza.org/wp-content/uploads/2010/07/patria2010.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Este 25 de Julho sairemos às ruas de Compostela, mais umha vez, a reivindicar a soberania nacional para o nosso país. Este ano vem marcado por um contexto europeu, estatal e galego onde se estám a implementar duríssimas reformas contra os trabalhadores: recortes sociais regressivos no Estado da mao do PSOE como a suba do IVE, recortes de investimentos públicos, e especialmente a contrarreforma laboral, que ataca as indenizaçons por despedimento ou os convénios colectivos. Ainda mais, umha reforma dos sistema de pensons regressiva é-nos anunciada para após os verao. Na Galiza, o PP segue com os seus planos de desmantelamento de serviços públicos e ataques à língua: privatizar a sanidade, recortar serviços no ensino como comedores, ou leis de &#8220;apoio à família&#8221; no entanto dilui a (in)formaçom sexual à mocidade, novo Decreto galegófobo no ensino&#8230;. Ademais, assistimos à sentença do TC sobre o Estatut de Catalunha: cada dia mais, o caminho estatutário mostra-se como um vieiro sem saída para as aspiraçons nacionais dos povos oprimidos do Estado.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:   justify;">Este dia da Pátria Galega estaremos na rua pois, para defender os nossos deireitos como trabalhadores e a única saída a longo prazo viável para nós: o socialismo; estaremos na rua para defender os nossos direitos nacionais, e a via certa para a soberania: a acumulaçom de forças soberanistas cara um Estado galego soberano e independente.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:   justify;"><a href="http://www.bng-galiza.org/opencms/opencms/BNG/xenerica/contidos/arquivos/novas/cartaz25x.png"><strong>Manifestaçom às 12h desde a Alameda de Compostela.</strong></a></p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fmgs-galiza.org%2F%3Fp%3D925&amp;linkname=Dia%20da%20P%C3%A1tria%20galega%202010">Partillar/Gardar</a>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A guerra inacabada</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 10:43:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[[Artigo de opinión de Óscar de Lis]
As correntes existem porque visibilizam o agrupamento da opinião das pessoas. Por essa via, inclusive dentro dos partidos políticos, é perfeitamente legítima a posição de quem desde uma corrente se oponha ao modo de fazer das outras. Mas a situação no interior do BNG está fora de controlo. Durante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><a href="http://mgs-galiza.org/?p=920"><img style="margin-right: 10px; margin-top: 5px; margin-bottom: 2px;" src="http://mgs-galiza.org/wp-content/uploads/2009/08/an_bng.jpg" alt="" width="300" height="100" /></a>[Artigo de opinión de Óscar de Lis]</em></p>
<p style="text-align: justify;">As correntes existem porque visibilizam o agrupamento da opinião das pessoas. Por essa via, inclusive dentro dos partidos políticos, é perfeitamente legítima a posição de quem desde uma corrente se oponha ao modo de fazer das outras. Mas a situação no interior do BNG está fora de controlo. Durante estas últimas semanas, o militante e o simpatizante tiveram que ouvir insultos, acusações e outras maravilhas entre companheiros de formação que nem sequer se dedicam aos verdadeiros inimigos do país – não por acaso no poder graças à queda de um Bloco dirigido em grande parte por esses que já não querem denominar-se mais “quintanistas”. Tivemos mesmo que assistir aos relatos paranóicos de companheiros que queriam <a href="http://renovarobng.blogaliza.org/">renovar o BNG</a> e que topavam sinais da ditadura da UPG por toda a parte, abrindo espaço para conjeturas insanas e para calúnias, e divulgando publicamente a vida interna da formação num cenário social de acosso ao Bloco e ao nacionalismo galego em geral. Tivemos que ler acusações contra os companheiros eleitos democraticamente polo conjunto da militância. Tivemos que assistir a expressões do tipo “disputar-lhes metro a metro o território” como se se tratar de uma guerra de trincheiras e posições em lugar de se tratar de uma construção comum do projeto. E até temos hoje que ouvir os derrotados a se laiarem polo pluralismo perdido quando foram eles que puseram acima da mesa, pola primeira vez, este sistema de votações que eliminava a possibilidade de realizar candidaturas conjuntas sem antes disputar as totalidades num exercício de verdadeira cobiça e de verdadeiro monolitismo.</p>
<p style="text-align: justify;">E já não vamos falar da <a href="http://www.galiciaconfidencial.com/nova/6015.html?pag_com=1#comentarios">alternativa da cisão</a> que começa a enviar-se para o público, minorando ainda mais a credibilidade do projeto, porque depois de tudo, apenas uma cousa se pode concluir com rigor: o modo como o processo se realizou resulta ridículo e o espetáculo das acusações cruzadas e das sugestões envenenadas só pode qualificar-se de insulto ao público – que não é apenas interno. Agora resta o processo das vilas e mais uma advertência: se, depois de todo o visto, o que somos apenas é uma caterva de criançinhas a pelejar por uma cadeira, dificilmente vamos convencer o país.</p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://aconjuradosnescios.blogspot.com/2010/06/guerra-inacabada.html"><strong><em>Óscar de Lis</em></strong></a></p>
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